Treino em Casa #4 | Dias de Treino à Bruta

C&C domingo, abril 26, 2015 0 Comentários
(e comer e ir às compras e viajar e rir e trabalhar também)


Hoje temos coisa assim para aqueles dias em que queremos acabar a coisa de rastos, ainda que de níveis diferentes, não só porque o "de rastos" de cada um não é igual todos os dias, mas também porque o que é coisa viável para mim pode não ser para o mexilhão do lado. Os dois primeiros vídeos são coisinha mais moderada, dentro do treino que nos deixa sem forças; os outros dois são para aqueles dias em que nos apetece mesmo dar cabo do corpo - às vezes, a única forma que tenho de suspender um problema que tento resolver ou de lidar com os momentos de desinspiração quando tenho de escrever e não consigo (e não, não estou a falar do blogue - que todas as escritas me saissem tão espontaneamente como esta e já iria aí na terceira tese). Volto ao treino da Jillian Michaels porque ela é das poucas que encontro (na net e nos ginásios) que explica exactamente o que está a trabalhar em cada exercício, dá alternativas para quem está em baixo de forma ou tem alguma limitação e muitas indicações em termos posturais - e eu gosto muito de pedagogia, a todos os níveis.
Tenham sempre água por perto e, pela saúde dos vosso ricos músculos, não lhes dêem ouvidos quando eles vos pedem para desistir (a não ser que se trate de uma dor anormal), se a única coisa que sentem é a dor comum de quem está acostumado a fazer nada.



Bons treinos para os que, ao quarto post, continuam motivados - e eu sei que são muito poucos, que isto de passar  das intenções ao resto não é para todos, no deporto como no resto da vida (e se na primeira publicação estava tudo entusiasmadíssimo, quando a coisa começa a pegar no duro, o silêncio impera). Que seja para alguns, ao menos.

Protagonistas e Looks da Semana #5

C&C sábado, abril 25, 2015 2 Comentários
Ora vamos lá para a quinta etapa desta vidinha programada, em que eu me proponho a usar, durante uma semana, determinados produtos, seja porque os quero explorar como deve ser, seja porque, como é o caso dos desta semana, não lhe pego há tanto tempo que devia ter vergonha.
E a ver se eu desta vez sou rápida nas introduções, mesmo porque já escrevi sobre a maioria  (e escreverei sobre o que falta, não temam) e posso limitar-me a remeter para essas entradas, sem papaguear mais muito.
Tratemos as coisas de acordo com a ordem da sua aplicação (para mim) e comecemos pelo primário Éclat de Teint - Colour Skin Enhancer, da By Terry, sobre que ainda não escrevi: tenho primers de rosto comprados há mais tempo (este veio de Paris, há coisa de catorze meses), mas quero, por motivos óbvios ligados com a embalagem (os produtos em pote deterioram-se com muitíssimo mais facilidade), fazer a folha a este, antes de mais. Trata-se de um produto cor de alfazema, que devolve o viço à pele acinzentada (mas não é, de todo, um iluminador, antes funciona corrigindo a cor); contém silicones, o que lhe permite disfarçar imperfeições, e um aroma de coisa luxuosa.
Depois, o corrector: comprei este Time Balm - Anti Wrinkle Concealer da The Balm, na cor Lighter Than Light , numa altura em que andava a descobrir a marca em todo o seu esplendor. Trata-se de um produto um nadinha complicado de usar, no sentido em que marca as zonas secas, se as tivermos (e eu vou aproveitar uma altura de pele boa, justamente por isso), mas também é dado ao craquelamento, segundo leio, caso não o assentemos de imediato - é, por isso, esse, o cuidado maior a ter com ele, embora eu não me possa queixar, uma vez que não sinto esse efeito. Falei sobre ele aqui.
Ainda da The Balm, o primário de sombras Put a Lid On It, coisa muito simpática e eficaz com sombras em pó (não posso dizer o mesmo de sombras em creme, infelizmente, mas também não as usarei na semana em causa), de que falei aqui.
As paletas de serviço esta semana serão a Party Eyes da Clinique, uma edição limitada do Natal de 2013, que era exclusiva do Selfridges e que agarrei a um preço magnífico para o que continha (falei dela aqui). Tem cores magníficas mas não a considero autónoma: faltam-lhe mates e cores de transição, pelo que decidi adir-lhe a Meet Matt(e) Nude da The Balm, a melhor paleta de mates neutros de sempre (ao menos a um preço alcançável), de que falei aqui, num post com fotografias de efeito mutante e tudo.
Finalmente, temos Chubby Sticks da Clinique (dois originais, o #10 Bountiful Blush e o #05 Chunky Cherry e dois Intense, o #01 Curviest Caramel, o #03 Mightiest Maraschino e o #08 Grandest Grape) e o meu único Colourburst Matte Balm da Revlon, na cor #225 Sultry, que é assim uma coisa para lá de genial e atira os Clinique para um canto (falei dele aqui e de dois dos Chubby Stick Intense aqui - e nesse post remeto para os outros). Como uso pouco todos eles, terão direito ao espaço que merecem esta semana - não todos, provavelmente, mas pelo menos cinco deles.
Tudo o mais ficará ao sabor dos meus apetites - se repararem, esta semana estou livre para variar nas bases tanto quanto me apetecer, mesmo porque quero escrever sobre o primer e preciso de o testar mais uma vez.


Segunda-feira | O dia estava bonito e seria calminho, pelo que escolhi uma das minhas bases preferidas (apesar de em mim não ficar coisa muito iluminada, confesso) e atrevi-me a usar uma das cores mais vivaças dos Chubby Intense: estes batons, mesmo sendo mais pigmentados do que os seus manos originais, são muito fraquinhos em termos de durabilidade, pelo que só se aguentam um bocadinho de mais se usarmos um lápis de lábios, seja de cor seja transparente (para o truque do "reverse lip liner") ou, em alternativa, o primer da Guerlain, de que falei aqui. De todo o modo, de cada vez que os uso, relembro porque nunca devemos comprar estes batons mais cremosos e de aplicação imprecisa em cores mais vibrantes. Usei um lápis da B Basics Cosmetics (marca de maquilhagem alemã low cost, à venda nas lojas Clarel) da mesma cor que este Mightiest Maraschino, um vermelho rosado de fundo quente, e a coisa lá se aguentou um par de horas sem reaplicação, mas só porque era dia de falar pouco. No bochechâme, o Natural Beauty da Tarte, que é como que da mesma cor do batom, mas menos tcharam - mas só porque o apliquei com moderação, que isto é bicho pigmentado. Nos olhos, e depois das sobrancelhas preenchidas com o Bulletproof da Too Faced (estou apostada em começar a usar sistematicamente produtos de sobrancelhas, porque tenho carradas deles abertos) matei as saudades da minha Meet Matt(e) Nude da The Balm, que amo de paixão: apliquei o branco Matt Malloy no osso da sobrancelha (muito levezinho, que isto é coisa poderosa) e o Matte Singh, um castanho rosado, por toda a pálpebra móvel. Afundei o côncavo com o Matt Rosen e marquei o V externo com o Matt Garcia. Depois, peguei no lápis da Urban Decay em Bourbon e marquei a linha de pestanas superior e inferior; na superior, esbati-o com o Matte Garcia; na inferior, com o Matt Singh. Voltei à máscara dupla da Maybeline, que funciona bastante bem nas minhas pestanas (ao menos por comparação com as minhas expectativas) e iluminei o canto interno com o Matt Malloy. Voilá, tínhamos o dia pronto.

Terça-feira | Ao segundo dia resolvi contradizer-me e usar, per se, uma paleta que já afirmei por diversas vezes que é pouco autónoma - e é, ainda não fiquei maluca, mas consegue usar-se. Vai daí, e depois de uma base para durar o dia todo (incluindo o blush do Daniel Sandler) que as minhas terças-feiras são sempre muito compridas, passei aos olhos, onde me apetecia uma coisa de tonalidade mais fria, pelo que comecei pela cor lilás clarinha (a primeira da direita, na fila de cima), por toda a pálpebra. Depois resolvi contrabalançar um bocadinho as cores (mesmo porque o batom é coisa de fundo quente) e usei  o castanho acobreado no côncavo (segunda da fila de cima, a partir da esquerda), que não ficou tão tcharam como eu temia (gosto pouco de usar cores com brilho nesta zona, mas este menino, sendo bem metalizado se aplicado à bruta, fica um acetinadozinho usável se usado com contenção) e, para acabar a coisa, escureci o canto externo com aquele roxo meio beringela (ma non troppo). Depois usei o Scandaleyes da Rimmel na cor Purple, para delinear as linhas de pestanas superior e inferior, esbatendo-o na linha superior com a mesma sombra roxinha e, na inferior, com o castanho acobreado (mas só nos dois terços externos). Usei o lilás de novo na linha inferior, no terço interno do olho e, no canto interno, o branco-marfim que está na primeira posição (a contar da esquerda) da fila de cima. Muita máscara (a minha amostra da Sisley, na sua última aplicação, já sequinho que dói) e tínhamos o olho pronto. Nos lábios usei o lápis da Urban Decay na cor Illegal (um cor de boca acastanhado) para os delinear e preencher e, por cima, o Chubby Stick Intense da Clinique, na cor Curviest Caramel, um nude apessegado - e é impressionante o que um bom lápis de lábios pode fazer pela longevidade de um batom que não a tem.

Quarta-feira | Este deveria ser, se tudo corresse bem, um dia sem maquilhagem, mas normalmente não é - e desta feita até foi por uma boa causa: fomos ao sushi (mas depois nem por isso porque foi das piores coisinhas de sempre). Vai daí, e para contrastar com uma roupagem mais descontraída e com o cabelo amarrado num ajuntamento a que os mais criativos chamariam coque, apeteceu-me pegar em duas das sombras menos neutras da paleta da Clinique: os azuis. Antes de mais, fiz a base só com o BB Cream da Holika Holika (que tem mais cobertura do que muitas bases, como é uso nos produtos coreanos) e o corrector The Balm, iluminando um bocadinho as coisas com o Dream Lumi Touch da Maybelline (que haveria de se finar esta semana). Depois, aqueci a cor com o blush Mellow da Sigma, que é um castanho ligeiramente rosado e na minha pele funciona bem como bronzer. Juntei um nadinha do Deep Throat da Nars e, nos lábios, um dos Chubby Stick originais (o primeiro que tive e o que mais uso, no Verão), num coral avermelhado muito transparente (eu ia comer, caramba, de nada adiantava estar com mais fitas). Regressando aos olhos, iluminei o canto interno do olho e o osso da sobrancelha com a sombra branquela da paleta (a primeira, à esquerda, da fila de cima) e depois marquei o côncavo mesmo com o blush da Sigma, que tem uma cor bestial para contra-balançar os azuis. Depois passei ao azulinho esverdeado meio-tília que está na terceira posição da fila de cima e apliquei-o na pálpebra móvel toda. Voltei a marcar o côncavo e a reaplicar esta cor até estar satisfeita com o resultado (e é fácil ficar, ela é bem pigmentada e tem um brilho lindo) e passei a acentuar o canto externo com o azul marinho da fila de baixo: como não é muito escuro e é assim a modos que transparente (mas com cor, o que parece parvo mas juro que não), fez uma transição muito engraçada. Esbati bem até ficar com um ar degradé e passei à linha de pestanas inferior: primeiro apliquei o blush da Sigma à vontade e, depois, "carimbei" a raiz de pestanas com o tília. Muita máscara de pestanas e saída a correr porta fora - tanto que as fotografias do olho ficaram mais desfocadas do que o costume desfocadas e só dei por isso mais à noite, já desmaquilhada há muito (desculpem qualquer coisinha).

Quinta-feira | Uma coisa era certa: se queria levar a coisa a sério, tinha de usar o Chubby Stick em Grandest Grape. o que só é uma chatice porque a fixação destes bálsamos da Clinique (mesmo nesta versão mais pigmentada, a Intense) é nula, o que é tanto mais grave quando estamos a falar de um batom de cor mais escura. Resolvi o problema com o lápis da Rimmel London na cor Wine, por baixo, que é exactamente do mesmo tom e escolhi para o rosto (já com a base YSL e as correcções do costume) o Mineral Blush da ELF, porque estava numa onda destas cores mais ameixa. Usei também o bronzer da Topshop, que é fabuloso para peles clarinhas, porque nunca fica demais e esbate-se muitíssimo bem - é mesmo muito fácil de usar. Nos olhos, talvez porque acabara de ver um vídeo da Hey Claire em que ela mostrava umas compras acabadas de vir da Sephora e, entre elas, a paleta de mates da Viseart, que é assim um desejo de consumo que nunca me permiti realizar, agarrei-me outra vez à Meet Matt(e) Nude da The Balm e, desta vez, comecei pela Matt Lombardi, um beje quente e mais escuro do que a minha pele. Depois, no côncavo, usei a Matte Hung, um toupeira arroxeado, a que não resisti a juntar uma pitadinha do blush da Elf em Plum, o que tornou as coisas mais quentes. Usei o mesmo Matt Hung na linha das pestanas inferiores e escureci o canto externo e a linha de pestanas superiores com o Matt Wood, o castanho mais escuro da paleta. Usei o Matt Malloy (branco do costume) para iluminar o osso da sobrancelha e o canto interno e escureci a linha de água superior com o lápis da Avon do costume. Depois passei às pestanas e resolvi usar a máscara da Lancôme que já não consegue senão deixar-me com umas espécie de patinhas de aranha em redor dos olhos - quando fui tentar separar as coisas com um pente de pestanas, enfiei-o no olho, o que levou a que o fechasse com uma velocidade tal que borrei tudo de máscara (e daí o estado da pálpebra superior, que tentei camuflar o melhor possível e deixar o resto por conta do grunge, que tem costas largas). Remediei o pestanão com a cor bordeaux da máscara da Kiko, que não fez milagres e olhem, que se lixe!

Sexta-feira | Era o último dia da semana, xá-lá-lá-lá-lá, e a pessoa vive sempre entre o êxtase dos dias livres que se aproximam (que nem sequer são livres, para mim, na maioria dos casos, mas pelo menos não há horários a cumprir) e o cansaço de toda uma semana, que nem sequer foi mais cansativa do que o normal - mas foi dispersa, no sentido de ter de estar em não sei quantas frentes de batalha ao mesmo tempo. Ainda por cima, chovia, o que é de deixar qualquer um ensandecido e (pior!), depois da faina havia que rumar ao Norte Shopping em missão dia-da-mãe (não, a pessoa não é filha única, mas o mano é gajo, pelo que sobra sempre para mim), que por acaso foi bem sucedida. Faltava-nos um batom para exibir (e também um Chubby Stick, versão original, numa cor nude, que é tão pouco interessante que ficou de lado) e o Colourburst Matte da Revlon na cor Sultry é coisa que merece atenção: é assim um cor-de-boca aframboesado, delirante de lindo e de muitíssimo boa qualidade, a que subpus o lápis da Charlotte Tilbury, só porque estes lápis jumbo que não se afiam têm  o inconveniente da falta de precisão. Na cara, para além da base da Revlon, de que gosto muitíssimo, usei bronzer, blush em pó e iluminador em creme da Jouer, marca que andou nas bocas de mundo há um ano e picos e agora parece ter falecido - mas não para mim, que não funciono por ondas. Nos olhos, quis usar as sombras que ainda não tinha feito aparecer esta semana: comecei por iluminar o canto interno e o osso da sobrancelha com o branco Matt Malloy e marquei o côncavo com o também já usado Matt Singh, um castanho médio com muito rosa. Na pálpebra móvel usei o Matt Abdul, um toupeira médio e marquei o V externo com o Matt Johnson, um cinzento-rato - e o resultado saiu mais cinzento do que eu esperava mas, surpreendentemente, gostei (sou pouco dada a cinzas e muito menos a pretos). Marquei as linhas das pestanas com o lápis Graphite da Estée Lauder e esbati com o mesmo Matt Johnson em cima e com o Matt Singh na linha de pestanas inferior. Voltei à máscara Better Than Sex (de que continuo a não gostar, pela quantidade absurda de produto que a escova transporta) e dei a semana por encerrada.

Regressamos para a semana, com Illamasqua e mais umas coisas, vale?

Compras #107 | Zara, H&M e Tiger

C&C sábado, abril 25, 2015 2 Comentários
Não foi um enfeiranço à bruta (com este tempo, quem é que olha para roupas de Verão com seriedade?), mesmo porque as coisas da estação quente nunca chamam tanto por mim como as de Outono/Inverno - talvez porque tenho carradas de roupa que nunca chego a usar, dada a periclitação militante da nossa estação quente. De resto, tudo o que comprei é pouco estival e adequa-se muito mais à meia-estação laboral: trabalho onze meses por ano e folgo um, em que posso andar de chanato no pé (e tenho muito mais trapos para esse efeito do que consigo usar).
Mas vamos às peças, que são recentes e ainda se encontrarão nas lojas.

Da Zara, onde fui em missão-dia-da-Mãe, trouxe estas jeggings a imitar camurça que são absolutamente delirantes - adoro o acabamento e o conforto (são super elásticas), para além de que a cor é gira que se farta.

Aproveitei um jantar na Baixa para sair de casa mais cedo, com o intuito de passar na H&M do Via Catarina, que supostamente é aquela que recebe peças inclusivamente das colecções cápsula e Trend, porque queria experimentar um vestido que ando a namorar na loja online (e não me atrevo a comprar por essa via, dadas as restrições no que toca a trocas e devoluções). Claro que não encontrei o vestido, que os senhores da H&M ainda não perceberam que essa coisa de haver peças que só vão para a loja do Chiado há-de constituir crime de discriminação, mas encontrei uma panóplia de peças com uns preços muito janotas (rebaixas de meia estação, creio). A primeira em que o meu olhar baboso se fixou foi neste top framboesa, em tecido scuba. Sim, o meu tamanho seria o 34 ou o 36 mas não me importo de ter uma parte de cima maior. Amo tudo, desconto incluído.

Esta blusinha curta pode parecer muito sem-graça no cabide, mas já a estou a imaginar com uma saia-lápis ou umas calças-cigarrette e uns scarpins de uma cor contrastante e adoro-a. A rebaixa é mais mixuruca (ao menos em termos relativos) mas, ainda assim, teve de vir.

O engraçado desta saia é que já a tinha experimentado duas vezes; das duas, estive para a trazer, porque cai super-bem e tem um tecido giríssimo - mas venceu o argumento a-sério-que-vais-levar-mais-uma-saia-preta-?. Desta vez, a contra-argumentação foi irrefutável: um desconto de 75% e o meu tamanho ali a olhar para mim (sendo que só havia um outro exemplar, enorme)?! É minha e não se fala mais nisso.

Aproveite também para trazer mais duas embalagens daquelas toalhitas que uso para remover o batom antes de o reaplicar (como aprecio batons de longa duração, não passo sem o fazer), porque custam 1€ e dão-me um jeitaço: tenho sempre um pacote na primeira gaveta da secretária, lá no sítio onde trabalho, transportando outro comigo, a todas as horas. E, claro, não resisti a uns brincos elefantinos, porque a parte da frente e a parte de trás do animal ficam divididas pela orelha (custaram 4,99€) e a mais um sexteto de anéis, que uso meia dúzia de vezes e ficam de outra cor mas não faz mal porque eu entretanto já parti para outra (não ligo nenhuma a anéis caros, que fiquem - e quando preciso peço emprestado à mãezinha). Estes foram 6,99€, se a memória não me falha.

Finalmente, eu juro, juro, juro, que só tinha de dar um saltinho à Nespresso para abastecer de descafeínados vários (a pessoa tem uma máquina no gabinete e não pode ter muita coisa com cafeína, se não ninguém a atura). O problema é que antes da Nespresso há a Tiger e eu ia só mesmo ver as vistas, mas acabei por comprar uma lata para as cápsulas do café e uns cadernos tipo Moleskine para ter na secretária (sim, sou das que usa cadernos e não o computador, em reuniões) - e isso já ficou tudo no carro, mas nada custou mais de 3€. Para cima comigo vieram desde aqueles homenzinhos de metal para pendurar nas portas e fazerem de cabide (2€ cada) uma capa de telemóvel (3€), postais vários (cada dois, 1€), envelopes vários (8 por 2€, trouxe em três tamanho e cores diversas) e mais um bloquinho (1€, creio).

E assim se enfeira por estas bandas, minhas boas gentes: suavemente mas com muita alma.

25 de Abril | Aqui festejamos a liberdade todos os dias

C&C sábado, abril 25, 2015 2 Comentários
(Mural na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa)

... só porque sabemos que ter liberdade não é um dado adquirido e que a qualquer momento podemos perdê-la, exercêmo-la diariamente, como se quer - sempre grata a seres humanos que, como Salgueiro Maia, não permitem que o puto do medo os castre, quando o que tem de ser feito e dito tem mesmo de ser feito e dito.
Por respeito a ele e aos como ele, tenhamos tomates, minha gente.
To.ma.tes. (Em sentido figurativo, antes que venham os puristas acusar-me de sexismo, o que até teria graça.)
Se não se importam.

 

Filmes #112 | Northern Soul & Avis de Mistral

C&C sexta-feira, abril 24, 2015 0 Comentários

Northern Soul (2014) é um filme britânico, cuja acção acontece em 1974, focando-se numa temática que desde sempre me fascina: o poder da música, sobretudo numa era de mudanças acentuadas e convulsões culturais como foi a segunda metade do século XX - e não, não estou a falar de Portugal que nós por cá, nessa altura, ainda andávamos a ver se sabíamos lidar com essa coisa da liberdade (estou desconfiada de que, até hoje, não encontrámos uma resposta). Segundo li, tudo indica que Elaine Constantine, a aegumentista e realizadora do filme (e é a sua primeira obra enquanto tal, até então era-lhe reconhecido o trabalho enquanto fotógrafa) tinha como objectivo primeiro montar um documentário sobre o culto da música soul ocorrido em certas zonas do Reino Unido na década de '70, tendo a posteriori decidido atirar-se à ficção. E eu diria que bem, porque o foco que põe na música e, sobretudo, na dança, é absolutamente avassalador, e por isso merece o meu aplauso (tudo ali é febril, vivido, intenso) mas há reconhecer que as competências narrativas não serão o seu forte; há saltos estranhos, coisas que uma mente mais atenta não consegue explicar. Mas há, para além disso, um fabuloso trabalho de casting, sobretudo no que concerne ao protagonista: o (para mim) desconhecido Elliot James Langridge, aprendiz de Bruce Lee cruzado de John Travolta, é um portento e usa todo o corpo na encarnação da personagem que lhe calhou em sorte, um adolescente da classe média, vivendo numa daquelas cidades industrializadas do nordeste inglês que encontra na música soul uma forma de (sobre)viver no "buraco" onde vive. É a sua estória e a do amigo Matt, mais arrojado e menos focado (ambos vêem no soul uma forma de vida e sonham ir viver para os Estados Unidos), que sustenta a tal narrativa irregular deste filme - que vale, antes de mais nada, pela música, mas não apenas por ela; há história, a cada cena (nas vestes, nos hábitos, nos passos, nos vícios, nos costumes, nas relações familiares, nos cabelos, na linguagem) - e isso é sempre de ver e muito.

Dois pontos prévios relativamente a Avis de Mistral (2014), filme francês que passou pelas salas portuguesas no início do ano: em primeiro lugar, coisa que começa com esta música tem tudo  para me agradar (Simon & Garfunkel constituem só o melhor duo da história da música, quanto a mim); em segundo lugar, como diabo é que o Jean Reno passou do protagonista durão de filmes vários para assumir o papel do avôzinho da história? C'um estupor, que é nestas alturas que se percebe que o tempo é voraz. Mas regressemos ao filme, que isto hoje não está para reflexões: temos a estória de um trio de netos parisienses (dois adolescentes nos seus 16/17 anos e um catraio com uns 7 ou 8, que é surdo - mas isso importa tanto para o curso da coisa como dizer-vos que o puto é giríssimo, que também é) que se vê forçado a passar as férias de Verão na Provença ("mistral" é o vento que por lá se sente), com os avós maternos. Ora se eles estão habituados à avó, que vêem recorrentemente, a verdade é que mal conhecem o avô (Reno), que se zangou com a mãe dos miúdos (sua filha) quando ela saiu de casa para casar com o namorado, pai das crianças, de quem está actualmente a divorciar-se. Evidentemente, o choque cultural é imenso para a catraiada mais velha, o que é perfeitamente normal: para os parisienses, o resto do país é província. O que eu acho extraordinário é que no Sul de França há touradas (a pé, mas para mim continuam a ser coisa bárbara), pêlamôrdassanta, a que as personagens vão com a maior das descontracções, fugindo-lhe o civismo não sei para onde. E eu juro que poderia ter ficado mal sugestionada por isto (há pelo menos duas cenas destas) mas não é só: o filme tem os actores certos e (por John Lennon!) começa com a melhor das músicas, mas tudo o resto é muito fraquinho. Há ali um ou outro momento em que parece que vamos ter uma cena boa, mas não: estamos sempre enganados. E isso é coisa que me irrita profundamente.

Primark | Argan Oil para o cabelo

C&C sexta-feira, abril 24, 2015 7 Comentários
Querem o post mais rápido e curto de todo o sempre (aqui na chafarica, claro está, que há por aí malta que escreve uma linha e está a coisa feita, que isto de muitas letras juntas é coisa para aleijar os mais sensíveis)?
Está bem. Mas só porque pediram muito.
É mesmo só para confirmar que o Argan Hair Oil da Primark, que se vende nesta embalagem de 50ml por 2,50€, não chega nem aos calcanhares do seu mano mais velho, a quem teci loas em tempos e de que, felizmente, ainda tenho stock, porque é muito mais hidratante e faz a diferença até no meu cabelo, que é pouco problemático (ou ele ou eu, que não me importo ter a juba ao natural e abomino caracóis-babyliss ou esticados estranhos). Era mais caro, sim senhores, porque só tinha 18ml (foi descontinuado, entretanto), mas valia muitíssimo a pena; já o presente rapaz, que consta no retrato ali acima, é uma coisa assim a atirar para o Óleo Extraordinário da Elvive: fica ali à superfície do cabelo, sem penetrar na fibra, a fazer de conta que faz. Só que não: é bestial para passar ao de leve pela trunfa, depois de bem esfregado entre as palmas das mãos, se queremos que se deixe de loucuras e assente. Dá-lhe brilho e amaina o efeito frisado, mas não o nutre - o efeito é apenas cosmético (e quem gostar do género, atire-se a ele). Mais do que isso não faz, coitadinho, pelo que não voltarei a comprá-lo, não senhores.

Treino em Casa #3 | Dias de Treino (mais) Leve

C&C quinta-feira, abril 23, 2015 8 Comentários
Continuemos a epopeia? Então s'imbora.
Antes que me chacinem, para mim "treino leve" continua a ser coisa de fazer suar e de doer, sim senhores; se não dói, mais vale estar sossegadito, quanto a mim (e para mim e no que ao meu corpo diz respeito). De todo o modo, ele há dias em que não me apetece (ou não consigo) gastar muito tempo com isto mas, porque sou teimosa e obstinada, não posso deixar de treinar porque tenho um acordo comigo mesma (são os mais sérios, para mim).
E, nesses dias, dependendo da opinião, há muito por onde escolher, desde coisas mais "de gaja" ou sem grande trabalho de cardio (mas que trabalham os músculos todos, que é o meu interesse - não nos esqueçamos de que o meu objectivo não é perder peso, mas tonificar e definir, transformando massa gorda em massa magra) a coisas mais puxadotas mas mais ou menos rápidas em termos de tempo total (não resisti a inserir os últimos dois vídeos: um com movimentos de kickboxing, a que vou dedicar todo um post, porque são os meus preferidos, e outro de puro trabalho de cárdio: aeróbica à antiga e como deve ser - são, ambos, do melhor para soltar neuras e agarrar energia, garanto!).
Mas, mais uma uma vez, tudo depende da forma como se faz os exercícios, da seriedade que se imprime ao treino e, em última análise, dos objectivos que se tem em mente: é que se a ideia é arranjar um corpo-de-biquini em dois meses, esqueçam lá isso - se estão a começar agora e continuam a fazer festinhas ao corpo, nem em 2016, gente boa.



Bons treinos e, sobretudo, divirtam-se e tratem do corpinho que têm que ninguém vos dá outro, boa?

Revlon | os blushes em creme | Face Colours

C&C quinta-feira, abril 23, 2015 12 Comentários
Vamos começar por esclarecer a coisas: antes da Carla, da Face Colours, me ter amavelmente enviado no mês passado, no âmbito da nossa parceria, um Photoready Cream Blush, da Revlonjá eu comprara a minha primeira cor, na Primor, no final do ano passado - afinal, a pessoa diz-se uma aficcionada em produtos em creme para as bochechas e não havia ainda testado um dos mais antigos e famosos itens do género (de gama baixa) - não podia ser! Foi, portanto, com base nesta ordem de ideias (sempre fui muito forte a criar motivos para comprar coisas que não tenho) que primeiramente travei conhecimento com os blushes em creme da Revlon, sendo que no último mês pude aprofundar a relação, dada a presença de mais uma cor para usar.

Ou seja, a chegada do #300 Coral Reef (um coral muito alaranjado) veio permitir-me fundamentar com mais rigor a opinião que tinha já formada sobre o #200 Flushed (um fúcsia, de subtom frio) - para além de que fiquei com aquilo que, para mim, são, respectivamente, uma típica cor de Inverno, por um lado, e uma óptima cor de Verão, por outro.
Creio que este produto da Revlon terá cerca de três anos no mercado - ou seja, foi, como disse acima, um dos pioneiros nesta tara (que eu adoro) por produtos em creme vivida nos últimos tempos, ao nível dos produtos de gama baixa (apesar de, em Portugal, a Revlon ser tratada como sendo de gama média, o que não entendo). Mas dizia eu que a malta está finalmente a perceber que os pós são muito menos naturais e que os cremes mimetizam com maior sucesso a textura da pele - o que não invalida que haja óptimos pós, não me interpretem mal: aliás, essa foi outra novidades dos últimos anos, já que a tecnologia aliada à indústria cosmética tem permitido o lançamento de verdadeiras maravilhas, que deixam na pele um acabamento maravilhoso e nada "empoeirado".

Mas voltemos ao protagonista de hoje: este é o típico blush em creme para quem tem medo de produtos em creme, ou para quem não goste de acabamentos mais cremosos, porque é coisa que, sendo facílima de trabalhar por não ser excessivamente pigmentada (embora se possa construir a cor, como é visível na fotografia acima, no canto inferior direito), uma vez em contacto com a pele e depois de espalhada (temos tempo para isso, sem pressas), seca mate. A sua textura é siliconada e parece ser daquelas que vão dar um aspecto dewy (perdoem-me, mas "iluminado" não é tradução para isto), como eu gosto, mas não: a pele fica com ar de pele normal, sem óleos, o que será atraente sobretudo para peles oleosas e, em geral, para toda a gente, agora no Verão (que há-de vir depressa, se as minhas preces forem ouvidas), embora nesse caso talvez as peles menos secas beneficiem se assentarem a cor com um nadinha de pó translúcido (não são, de todo, os blushes mais duradouros que tenho: diria que aguentam bem umas três a quatro horas na minha pele seca, se não estiver em dias de mexer muito na cara, não mais.).
O produto apresenta-se num boião em vidro, que parece quase mágico: apesar de pequeno e bem compacto, contém 12,4g de produto (que é coisa para lá de muita, isto durará uma vida), sendo que é a tampa de enroscar preta que contém a informação sobre cor e tal - por baixo, só vidro, nada mais (o que não é de todo habitual).

Em conclusão: pela sua pigmentação moderada e facilidade de aplicação, estes blushes são bestiais para quem está a começar a medo no mundo dos cremes ou para quem quer ter algo que se (re)aplique num instantinho, para uma saída rápida. As cores são lindas, embora o que se veja na embalagem seja muitíssimo mais vibrante do que o que se alcança nas bochechas. E, contudo, o seu maior calcanhar de Aquiles é mesmo, quanto a mim, a durabilidade, que não é a melhor.
Custam 13€ na Face Colours - ou seja, 10,40€ para quem for leitor do estaminé e usar o código que dá direito a 20% de desconto (ACC2013) a quem compra.

Essence | o Gel Eyeliner

C&C quarta-feira, abril 22, 2015 10 Comentários
Está a aproximar-se mais uma Expocosmética (nos próximos dias 25, 26 e 27), o que me veio recordar de que tenho uma entrada pendurada há um ano, de que vos quero dar conta, só para o caso de passar por aqui alguém que vá à Feira: pode ser que aconteça encontrarem, como eu encontrei no ano passado, darem de caras com um dos produtos com melhor qualidade/preço que conheço e que foi incompreensivelmente descontinuado há uns dois anos - falo do Gel Eyeliner, da Essence, que comprei sucessivamente enquanto era comercializado, tanto em preto como em castanho, sendo que acabei por ficar só com um verde, maravilhoso, porque, quando me apercebi de que a coisa desapareceria definitivamente em breve, já não o agarrei em parte alguma.
Por isso quando, no ano passado, deparei com um stand que, entre outras marcas (NYX e Catrice, por exemplo, que me lembre), vendia Essence, e tinha estes meninos a 1€ (um euro, nem mais nem menos), agarrei as cores que não tinha e impingi-os a toda a gente que estava comigo.
Na verdade, este produto da Essence é coisa para lá de extraordinária; desde logo porque é mesmo um gel (não uma pasta, como o Fluidline da Mac, o Eyeliner Gel da Inglot ou o Long Wear Gel Eyeliner da Bobby Brown), de consistência mole, onde o pincel se afundará se forem com demasiada sede ao pote. Extraordinariamente, este gel é ultra-pigmentado, facílimo de aplicar (porque desliza melhor do que os três supra referidos - que também adoro, de resto) e, uma vez assente, não vai a lado algum, sendo o mais duradouro de todos os eyeliners em pote que possuo.
Da Expocosmética, trouxe três, para se juntarem ao tal verdinho que já cá morava, formando um belíssimo quarteto que vos apresento de seguida e que aconselho vivamente a todos os que os conseguirem apanhar (se é que ainda restam embalagens por vender à face da Terra). Se não, chorem - porque é mesmo caso disso.
#02 London Baby | Castanho frio (que estava convenientemente fechado porque tenho outros castanhos em uso);
#03 Berlin Rocks | Roxo-violeta (bem mais escuro do que parece, fica lindo em olhos castanhos e esverdunçados);
#04 I Love NYC | Verde-floresta (se sob tortura, teria de escolher este como o meu favorito);
#05 Miami's Ink | Cinzento-chumbo (apesar de na embalagem parecer prateado).

Já tive, portanto, as cinco cores que a Essence comercializava: o preto não estava disponível na Expocosmética mas, de todo o o modo, esse era o único que não recompraria - tenho o da Bobbi Brown e é, na verdade, a cor que menos uso - embora tenha tudo dois potes, no tempo em que achava que o olho só poderia ser delineado a preto.
Todas elas manifestam o mesmo tipo de comportamento que é, numa palavra, irrepreensível - mas (porque há sempre um mas) a coisa deve ser aplicada com alguma rapidez e eficácia porque um retoque demasiado tarde pode levá-lo a esfarelar. O preto em falta é a única cor absolutamente mate: todas as outras têm, sobretudo na embalagem, uma mescla de micro-mini-brilhos, que não se notam no olho, mas conferem-lhe uma certa graça.
Se derem de caras com estes meninos, agarrem-nos. Mas mesmo muito, vale?

O que eu comprarei no meu ano sem compras

C&C quarta-feira, abril 22, 2015 14 Comentários
A coisa é simples e vem prevista nas regras do meu ano sem compras: quando se me acaba alguma coisa para a qual não tenho substituto no stock, não só posso como devo (se me apetecer) comprá-lo de novo ou outro para ocupar a mesma função. E, na verdade, essa era uma das salvaguardas que eu sabia que poderia permitir-me a manutenção do estatuto de cliente VIP na Space.NK, que dá imenso jeito porque os pontos de fidelidade, nesse caso, valem o dobro do dinheiro, sempre a descontar na encomenda seguinte. Por isso, para além de certamente aproveitar os saldos de Verão para comprar presentes de aniversário, por exemplo, estou à espera de um daqueles eventos-maravilha que a loja oferece: se gastarmos determinada quantia (que já foi de £100, £150 e, no último que aproveitei, £200 - o que é um abuso, dada a desvalorização do euro no último meio ano), a loja oferece uma catrefada de produtos em tamanho normal ou amostra de luxo, o que me tem permitido testar imensas coisas boas. 
E isto porque aquilo que precisarei de adquirir mais rapidamente é uma linha de retinol, uma vez que a que estou a usar, da Sesderma, vai já a meio (e não estou maravilhada, pelo que dificilmente voltarei ao creme, embora goste do sérum - mas falarei nisso em breve) e vou precisar de algo que a substitua. Ora como não tenho perdido tempo em compras, posso usar mais algum a investigar a fundo aquilo que compraria, se pudesse, sendo que encontrei uma série de coisas (quase todas da mesma marca) que comprarei mesmo, quando a ocasião de proporcionar (e o evento de Primavera costuma ocorrer em Maio, já não falta tudo). Passo a apresentar-vos os babies, sim?


Ferulic + Retinol Triple Correction Eye Serum, Dr. Dennis Gross  | £56/78€ por 15ml

Ferulic Acid + Retinol Brightening Solution, Dr. Dennis Gross | £72.50/100€ por 30ml

Luna Sleeping Night Oil, Sunday Riley | £85/119€ por 50ml

Ferulic + Retinol Eye Cream, Dr. Dennis Gross | £62/86€ por 15ml

Ferulic + Retinol Fibroblast Anti-Aging Moistutizer, Dr. Gross | £61/85€ por 50ml

E é que nem adianto mais nada (quem quiser coscuvilhar, tem os links para cada produto e pode espreitar as magníficas listas de ingredientes): quando eles me vierem parar às mãos, tratarei de falar convenientemente sobre cada um. Vamos só fazer figas para que haja stock de tudo na altura, embora em não precise de comprar tudo de uma vez, mesmo porque no Verão normalmente paro com os retinóis (e ácidos esfoliantes) e só lhes regresso no Outono (no Verão, hidrato bem e aposto em anti-oxidantes) - e isto seria coisa para usar a partir de Setembro, pelo que até posso dividi-las por dois eventos-maravilha.
(Nota: também tenho de comprar protecção solar para os meses de praia, mas isso entusiasma-me quase nada, vá.)
Yay, que só de pensar na futura compra a pessoa já fica feliz.