segunda-feira, 28 de Julho de 2014

Filmes #37 | Long Way Down & Les Beaux Jours


Ora hoje temos dois de enfiada: é nisto que dá a porcaria de tempo que tem estado, ou seja, ponho o cinema em dia. A Long Way Down (2014) é um filme ligeirinho britânico (se é britânico, eu deixo que seja ligeirinho - as melhores comédias românticas em língua inglesa de que me lembro foram feitas deste lado do Atlântico), ainda que com um ponto de partida que é tudo menos leve: tudo começa quando quatro estranhos escolhem a última noite do ano para se suicidarem, atirando-se do alto de determinado prédio - por razões diferentes, todas elas de relevo (supomos) mas que agora não vêm ao caso. Naturalmente, encontram-se, o que tira a aura de desespero à coisa, acabando por acordarem reencontrar-se no dia dos namorados, daí a mês e meio - já que este acarreta o simbolismo de ocupar o segundo lugar no pódio das datas estatisticamente mais escolhidas pelos suicidas. Adicionalmente, decidem ganhar dinheiro com o assunto, vendendo às televisões e jornais ávidos de estórias da treta (porque os media britânicos são profundamente assustadores, a este nível) a ideia de que algo muito especial os une (fruto do que terá acontecido naquela noite), o que lhes permite ir passar umas férias a terras mais quentes. E o filme pode não ter a profundidade da obra de Nick Hornby, o mesmo de About a Boy e High Fidelity, tanto mais que a narrativa a quatro vozes funciona sempre melhor na escrita, mas é um filme engraçado, com momentos bons, que trata o desespero que assola todos, ao menos uma vez na vida, com a naturalidade de um filme levezinho. E britânico, o que não é de somenos.

Les Beaux Jours (2013) é toda uma outra conversa. Primeiro, temos Fanny Ardant, uma das mulheres que eu quero ser daqui a 20 ou 30 anos (a par com Meryl Streep e Helen Mirren , por exemplo) e Fanny Ardant é uma senhora que dá gosto ver no cinema. Depois, temos uma temática muito sensível, numa sociedade tão machista como a nossa: Fanny Ardant é Caroline, uma dentista recém-aposentada, casada com um dentista ainda no activo (o fabuloso Patrick Chesnais, que também não será desconhecido para quem gosta de cinema francês) que vive enfadonhamente uma existência que não lhe diz nada. Entre a reforma recente e a morte da melhor amiga, com um cancro que a consumiu num hospital em que ela não esteve presente, Caroline vive triste e entediada. E é com muito tédio que acede a conhecer um centro ocupacional para reformados, com um vale oferecido pelas filhas de trinta e poucos anos - e é justamente lá que encontra com que(m) se entreter: o professor de informática trintão (Laurent Lafitte,que fesconhecia e que merece atenção), mulherengo convicto, que se encanta com o charme altivo daquela senhora, a quem devolve todo o viço e por quem acaba por se embeiçar.  E o que me interessa aqui não é a moral, o "ensinamento" que muitos procuram em livros ou filmes; para mim "onde Sancho vê moinhos / D. Quixote vê gigantes. / Vê moínhos? São moinhos. / Vê gigantes? São gigantes." - nenhum texto ilustra melhor esta pessoal que cada um pode fazer da realidade do que o poema de Gedeão /Impressão Digital). O que cativou neste filme, do início ao fim, foi a construção das personagens, os avanços e recuos, as certezas só que se calhar não, o agora apetece-me amanhã sei lá. E, claro, o sorriso de Ardant - é lá possível ser tão sexy aos 65 anos (a actriz é cinco anos mais velha do que a personagem)?

P.S.: Comecei a ver The Other Woman e não cheguei aos 30 minutos. Coisinha bera, muito fraquinha.

Clinique | O blush Cheek Pop

A verdade é que queremos sempre aquilo que não podemos ter, pelo que quando os blushes Cheek Pop, da Clinique, começaram a aparecer nos blogues internacionais (sobretudo as brits, mesmo aqui em cima, não falavam de outra coisa), creio que ainda no primeiro trimestre do ano, foi a loucura: quatro cores maravilhosas, com um aspecto deslumbrante e, ainda por cima, a um preço bastante decente - não havia como resistir. Claro que havia o inconveniente de (incompreensivelmente) estes bonecos ainda não terem chegado a Portugal (e continuam sem chegar: lembro-me de que li não sei onde que os Cheek Pop não viriam para cá, mas posso ter sonhado, mesmo porque já tive informações em sentido contrário) mas quem por aqui passa amiúde sabe que comprar online é um dos meus passatempos favoritos, pelo que foi fácil juntar uma das cores a uma encomenda da Boots. Recordo-me perfeitamente de que as apreciações que li sobre estas belezas eram tão boas que ponderei encomendar as quatro cores existentes (mas depois lembrei-me da quantidade maluca de blushes que tenho (tanto em pó, como em creme) e do facto de gostar sempre de testar um produto novo que me cative (desde que fiz os posts, juntei mais um ao outro ao ajuntamento) e reduzi a coisa para dois. Felizmente, à última da hora deu-me um qualquer vipe e e mandei vir apenas uma das cores - e, curiosamente, não foi de todo a minha primeira escolha.

Temos, portanto, a morar cá em casa a cor #02 Peach Pop, um coral rosadito (e eu não sou nada de corais, mas vá)  - foram preteridos o #01 Ginger Pop (um pêssego alaranjado), o #03 Berry Pop (um rosa mais para o cor de baga, o meu preferido e o menos original cá em casa) e o #04 Plum Pop (um rosa mais arroxeado, que nunca me fez as delícias). A embalagem, que contém 3.5g, é em acrílico transparente, deixando ver a forma usado para compactar o produto - que é, sem sombra de dúvida, a sua melhor qualidade: como não amar um blush que tem o aspecto de um malmequer (ou de algo da mesma família - a botânica não é de todo o meu forte), fabricado em quatro cores tão universais que creio que assentarão bem em qualquer tom de pele, dependendo apenas do gosto pessoal? De facto, nem sequer tentei resistir-lhes.
O problema acontece da primeira vez em que o usamos: ok, trata-se de um pó tão fininho que na cara dá um aspecto muito leve mas não  igual ao de um blush em creme, como leio por aí - quando muito, parecido com um cream-to-powder: não há aquele aspecto dewy que eu prefiro, mas um ar acetinado e muito simpático para um blush em pó (mas isto sou eu, que fujo dos produtos de pele absolutamente mate como o diabo da cruz). Agora, quando oiço ou leio a malta dizer que se trata de um produto altamente pigmentado, pergunto-me se estamos a falar da mesma coisa: tudo bem, digam-me que assim até é melhor, porque podemos construir a cor até que atinjamos a intensidade desejada (e eu até gosto de coisa pouca no bochechame), mas não me atirem com a pigmentação extraordinária que este produto não tem. Mais: se passarem o dedo, para fazer uma amostra de cor, parece haver ali cor que se farta, mas com o pincel (seja ele qual for, já testei vários) nem por isso.

Não me interpretem mal: não se trata de um produto mau, cuja aquisição não recomende, longe disso. Mas não é (para mim) um essencial, um muda-vidas ou algo de absolutamente inovador. Não me arrebatou nem um bocadinho, não acrescentou nada à minha experiência prévia com blushes (que é algo vasta, o que contribui para esta esquisitice toda) e, francamente, não está entre os meus preferidos - que são aqueles a que recorro quando não tenho imaginação, porque sei que a coisa vai sempre correr bem.
Os Cheek Pop da Clinique podem ser adquiridos no site internacional da Boots (onde não está à venda tudo o que é disponível em território britânico), sendo que aconselho quem pretende fazer uma encomenda pequena a juntar-se com alguém com o mesmo intuito: os portes custam £10, embora sejam facilmente cobertos pelas muitas promoções que a loja costuma ter (também) online.

domingo, 27 de Julho de 2014

Finalmente! | a COS em Portugal

As que gostam destas coisas deviam estar tão à coca como eu e, ainda assim, foi preciso que a C. me desse contra de que, finalmente, na passada sexta-feira, a COS (iniciais para Collection Of Style) inaugurara a sua anunciada primeira loja em Lisboa, na Avenida da Liberdade, para que desatasse a navegar-lhes a loja online: já tinha partilhado com a S. a minha intenção de visitar a loja no final de Agosto, altura em que pretendo interromper os trabalhos para ir passar uns dias à capital, para ver família, amigos e ... lojas, adivinharam, sendo que ter em Portugal uma loja que, até agora, só visitava em Londres é para lá de bestial.
A COS é, para quem não sabe, uma espécie de irmã sofisticada da H&M, uma vez que é pertença da mesma empresa, bem como a & Other Stories (a irmã mais nova). Das três, a COS será aquela que melhor personifica o minimalismo escandinavo, tanto nas cores como nos cortes, o que em nada macula o design vanguardista que eu tanto adoro - não sendo grande fã de padrões (que uso, mas pouco, como confirmarão os registos que vou fazendo do que vou vestindo, lá pelo Facebook), identifico-me em absoluto com as cores sólidas, os bons materiais, os modelos (por vezes) arrojados e aquele ar despojado de que só a elegância-sem-esforço é capaz.
E acabei por fazer uma lista do que me apeteceria, assim de repente, se não tivesse limites no saldo bancário.


Senhores da Cos, aguardem-me. Mais um mesito e vou aí fazer uns estragos, sim?

Unhas da semana #40 | Dior e Chanel

Esta semana temos velhos conhecidos, daqueles que nos lembram sempre o Verão, e uma aquisição mais recente - a única, no que toca a vernizes, daquelas que são as minhas marcas de eleição de perfumaria, Dior e Chanel (também gosto da YSL e da Estée Lauder, mas a oferta de cores nunca é tão fortemente apelativa, pelo que acabo por ter bem mais destas duas marcas). Vamos a eles.

Aproveitando o facto de se terem conseguido uns dias seguidos de praia, na semana passada (apenas duas horas por dia, mas já deu para mudar de cor), recorreu-se ao #204 Porcelaine da Dior para fazer salientar o tom mais dourado pelo sol: ainda não o havia experimentado nos pés e devo dizer que fiquei fã em primeiro grau - este azulinho claro, da colecção de Primavera da Dior, que a algumas luzes  parece uma espécie de branco, rocka em absoluto quando se tem um bronzeado qualquer. Vamos reencontrar-nos em breve (mesmo porque já se percebeu que eu e os azulinhos temos relação próxima).

Depois, aquele que é já um clássico cá em casa: o #638 Aloha, da Dior, terá saído em 2010 ou 2011 (tendo sido imitado pela Chanel que, a posteriori, lançou o Holiday) estando nessa altura numa espécie de greve de vermelhos, não consegui resistir, ainda assim, a este laranja avermelhado, perfeito para conjugar com uma pele mais morena. Curiosamente, em 2012 recebi-o como presente (comemorava 10 ou 11 meses sem compras e a M. e o P. acharam que eu merecia um mimo), pelo que me desfiz do antigo que já ia a meio e fiquei com stock novo - que agora, dois anos volvidos, está a meio também, mas ainda em grande forma. Não resisti a aplicá-lo nas mãos e pés.

Finalmente, uma cor da bombástica colecção de Verão de 2013 da Chanel (a deste ano, infelizmente, não trouxe o que quer que fosse de novo, tirando um branco que não faz as minhas delícias - adoro quase-brancos, mas não brancos-a-sério), o #657 Azuré, um duochrome entre o azul petróleo, o turquesa e o verde, que usei imenso no Verão passado e de que já tinha saudades (vi-o com 30% de desconto na Perfumes & Companhia, bem como o Bel Argus, da mesma colecção). Só não o apliquei nos pés porque não consegui arranjar tempo para o fazer a uma hora em que não lhe comprometesse a vida, uma ou duas horas depois, com os sapatos (e as aulas) de cycling - mas não faltarão oportunidades.

E esta semana foi isto, para a semana haverá (obviamente) mais.

sábado, 26 de Julho de 2014

Compras #63 | Saldos (parte II) como deve ser!!

Voltei aos saldos mais para acalmar a consciência (quase derrotada por um dia de colheita mau) e para comemorar a entrada em férias (é só uma semana de ócio, mas caramba, é melhor do que nada!) do que propriamente por achar que faria grandes compras - e estava redondamente enganada. Ontem rumei ao Mar Shopping, mais ou menos à hora do almoço, onde se respirava uma atmosfera bem menos caótica do que a do Norte Shopping e Parque Nascente, onde fora na véspera. Ainda assim, a primeira hora foi coisa tímida: uns bits and bobs da Sephora, Kiko e Perfumes & Companhia (repito: os saldos de beleza estão uma perfeita desilusão, relativamente aos das estações passadas) e os ombros descaídos de quem sabe que vai entrar nas Zaras desta vida e ver uma feira tal que só apetecem as coisas de Outono. Mas vai-se a ver e não: a segunda hora rendeu muitíssimo bem e fizeram-se umas compras para lá de boas.
Espreitemo-las.

Voltei à Sephora mas continuo a achar a oferta de cuidados e maquilhagem de uma pobreza incomparável. Vai daí, atirei-me aos vernizes mais uma vez: não posso dizer que tenha poucos, mas para quem muda de cor de unhas (no Verão, também nos pés, mas menos vezes, pronto) três vezes por semana, nunca são demais - para além de que moram no meu ajuntamento vernizes com uns quatro anos, já a pedir reforma (e tê-la-ão, que eu cá não sou de abusar de quem me serve tão bem). Antes de mais nada, agarrei dois daqueles conjuntos de edição limitada da Nails Inc.: Trend Collection, com três cores mais estivais (Sheraton Street, um azulinho com fundo cinza; Colville Mews, um nude beje; e Sloane Street, um rosa-Verão) e The Icons, com tons mais escuros, e já a pedir Outono (Old Bond Street, um roxo de fundo azul; Tate, um vermelho clássico; e George Street, um nude rosado). Estes meninos, com três frasquinhos de 4ml cada, costumam custar cerca de 15€ e trouxe-os por 5€ cada. Pelo mesmo preço, trouxe dois tamanhos normais (10ml) da mesma marca: The Thames, um cinzento, e Jeremyn Street, um rosa seco com uma pinga de castanho. Ainda da Sephora veio o magnífico #17 Fucsia Flame da Estée Lauder, por 12€ (9ml) - não sei se o disse ultimamente mas os vernizes das Estée Lauder são os mais resistentes que conheço, em termos absolutos, embora o que me tenha cativado foi mesmo a cor.
O rapaz da Sephora do Mar Shopping tem muito a ensinar às coleguinhas do Norte Shopping: para além de ter a amabilidade de se dispor a converter alguns dos meus muitos vales de 10% que tinha no sistema num desconto de 20% em produtos que não estivessem em saldo, deu-me uma catrefada de "perfumantes" mais um saco amoroso da Nina Ricci (que eu nunca vou usar, mas mesmo assim).

Da Perfumes & Companhia, só mais vernizes: apanhei dois YSL com 40% e lá vieram o #9 Fuchsia Impemporel (menos aberto que o Estée Lauder, mais de Outono) e o #35 Bronze Pyrite (da colecção de Primavera do ano passado), que é uma cor daquelas complexas: algo entre um dourado-frio e um verde-tropa com um acabamento mesmo metálico - coisa linda de viver. Vieram por 11,45€ cada um (10ml).

Na Kiko, fiz o que costumo fazer, nesta época: trazer os pedaços de edições limitadas em rebaixas que me interessam mais, mas por que dificilmente pagaria o preço fora da época de saldos. Veio a Colour Impact Eyeshadow Palette na cor #03 Bright Night Lights, por 5€ - nem sei qual era o valor antes das promoções, porque não constava da bancada onde se encontravam estas paletas (nem as encontro no site), mas pareceu-me bom preço por uma paleta que não conhecia, mas cujos mates são bem janotas (as sombras com brilhos também, mas isso é mais fácil), para além de que a embalagem é engraçada, com um efeito quase vidrado, e temos direito a 10g de produto. Trouxe também um Creamy Touck Eyeshadow Duo na cor #101 (bege de um lado, toupeira do outro), que já tinha namorado de outras vezes mas que agora trouxe por 6,20€ (era 8,90€) - a marca (e a menina que não me largou o tempo todo) diz que se trata de produto de ultra-longa duração, vamos ver. Finalmente, vieram os dois pincéis da colecção Boulevard Rock: o Eyes Duo (do lado mais farfalhudo, faz-me lembrar o Base Shadow Base da Real Techniques ; do outro, é um pincel de detalhe) e o Face Brush, que tenciono testar com produtos líquidos e não para pós, como a marca indica. O de olhos custava 11,90€ e veio por 5€; o de rosto era 15,90€ e veio por 8€.

A Massimo Dutti até foi a última loja em que entrei, já naquela do não-vou-arranjar-nada-que-jeito-tenha-mas-'xa-ver. E de facto não havia muita coisa, mas encontrei duas camisolas fantásticas, já a pensar no Outono: a primeira, tipo poncho, tem umas fivelas no ombro esquerdo, é verde tropa clarinho (também havia em branco mas resolvi fugir das cores que mais uso) e veio por 19,95€, quando custava 69,95€ (!!); a segunda, de malha grossa e pesada, cinzenta a fugir para o toupeira arroxeado, custava 59,95€ e veio morar comigo por 12,95€. (Estas são aquelas compras em que há que rejubilar, c'os diabos).

A Mango foi mais uma em que entrei por entrar, só porque estava mesmo em frente à caixa ATM onde parei para levantar dinheiro: acabei por vir de lá com o blusão de pele que me apetecia há séculos (rebaixado de 150€ para 85€), não porque não tenha meia dúzia de blusões de pele (incluindo dois pretos) mas porque nenhum é tão motoqueiro como este é: a largura dos ombros e a altura do tronco foram cortadas para o meu corpo, juro que sim - por isso tinha de ser meu. Trouxe também uma camisolinha de malha largueirona (isto é um S) que seria básica se não tivesse um brilho dourado e uma abertura atrás que aperta co um botão forrado: custava 20€, veio por 13€.

Na Zara, e ao contrário do que me aconteceu nas lojas do Norte Shopping e do Parque Nascente, peguei numa dúzia de coisas em saldos (ok, também experimentei umas calças que tinha cobiçado na nova colecção mas felizmente não gostei delas) e até tive de seleccionar as que traria: quase que estava proibida de comprar partes de baixo (calças ou saias, porque tenho comprado imensas desde o início do ano), pelo que me foquei nas camisolas; ainda assim, não pude deixar de trazer uma saia de napa castanha, com um efeito tipo cobra, que me assentou que nem ginjas (custou 9,99€ e não faço ideia de quanto era antes, porque a etiqueta desaparecera), bem como três camisolas naquele material do tipo scuba, sabem? A primeira é sem mangas e de um rosa muito clarinho, as outras duas são cropped mas largueironas, em cores inusitadas, no meu guarda roupa: um amarelo eléctrico (que surpreendentemente me fica bem - eu não fico mal de amarelo, mas fico pessimamente com a maioria dos amarelos) e um rosa vivaço. Adoro-as - e custaram todas 9,99€ (eram entre os 29,99€ e os 39,99€).


Finalmente, da Blanco (ou Suite Blanco, como parece que se chamam agora), onde não comprava o que quer que fosse há uns três ou quatro anos (acho que não estou a exagerar), vieram mais três partes de cima: um tank top de napa preta perfurada, meio anos 80, que curiosamente fica o máximo no corpo (mas é daquelas que depende tudo do modo como se conjuga, evidentemente), que custava 25,99€ e veio por 7,80€); uma sweat shirt cinzenta que só poderia ser minha, por motivos óbvios (se não a usar de outra forma, é excelente para andar por aqui ou para as idas para o ginásio) e que custou 9,99€ em vez dos 22,99€ iniciais; finalmente, uma t-shirt que me atraiu à primeira vista, apesar de, teoricamente, não ser a minha praia: a parte da frente, em tecido de t-shirt, é às riscas azuis e brancas e, pelo bolso e porque cortada em viés, já deixa adivinhar o tecido das costas, mais fluido e de um padrão floral giríssimo. Esta custou 8,99€ em vez de 17,99€.

E foi muito isto, gente: algumas compras já com o olho posto no Outono e, sobretudo, alguns preços para lá de muito bons. Já agora, deixo-vos também uma compra que não foi minha, mas da mãezinha: umas sandálias da Bimba y Lola, de pele verde (liiiiindas, tanto estas como as vermelhas, a imitar pêlo de pónei), que custavam 168€ e foram adoptadas pela mãezinha por 50€ (as vermelhas custavam 185€ e estão ao mesmo preço). O salto é de 9cm mas mal de nota, porque é super estável e a pele é muito macia, como é apanágio da marca. (Com sorte, ainda as rapto para uma passeata, um destes dias.)

E de saldos, no que diz respeito à presente estação (e salvo mais alguma promoção irresistível), estamos conversados.